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Bem-vindo ao meu lado blogueira! Escreverei de tudo, desde política até insanidades. Logo, descalce os sapatos, se joga na cama e vamos viajar nessa loucura juntos.

segunda-feira, julho 19

Desabafo de meu eu-poeta

Olá, como vocês estão? Não posto desde antes de fazer 18. E na verdade, não mudou muita coisa. Só as burocracias que vou ter que cumprir... Fora que agora deve-se esperar mais atitudes adultas de mim, não é verdade? E acho que estou pronta para corresponder as expectativas.

O meu motivo de hoje é que eu compus uma "poesia" para minha amiga e um amigo veio criticar com argumentos literais. Como se pode julgar a poesia com sentidos denotativos? É preciso ter uma visão subjetiva das coisas, ainda mais no caso de poesias compostas por mim. Eu adoro pôr subjetividades nas minhas linhas. Poxa. Você pega o conteúdo que você tem e julga sem interpretar. Isso ofende quem tanto admirou a obra. Falou da minha poesia, falou de mim. E não, não me sinto ofendida, pois sei que minha poesia não foi ruim, eu até gostei, de verdade!

Mas é o risco que nós, que gostamos de compôr, corremos: que vejam nossa poesia com olhos errados. Aliás, não errados, mas com o que cada um tem. Por isso que sempre preferi guardá-la pra mim. Mas chega de me esconder, chega de ignorar o eu-poeta existente em mim. Ela existe, e não está se aguentando de vontade de vir a tona e produzir.
Incomodados que não leiam, eu vou mais é exercer meu dom. (será meu dom?)
Assim me despeço, por ora. Talvez ainda poste hoje. Precisava desabafar. E sei que meus leitores mudos me entendem. Obrigada.

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